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sábado, 7 de dezembro de 2013

Polícia tenta ouvir Valério e Delúbio na Papuda sobre desdobramentos de mensalão

Em 24 de setembro de 2012, Marcos Valério fez acusações a procuradores da República que não eram alvo da ação penal do mensalão. Entre essas acusações estava a de que o dinheiro do mensalão serviu para pagar despesas pessoais de Lula. Sobre o Mercantil, Marcos Valério disse que Armando Monteiro, então dono do banco, discutiu com Lula numa viagem a Cuba sua liquidação.

Nesse processo de liquidação, o Banco Rural, envolvido com o mensalão, teria sido beneficiado. O caso do Mercantil também incrimina Marcos Valério. O empresário esteve 17 vezes no Banco Central entre 2003 e 2005, oito delas sobre o levantamento da liquidação do Mercantil, nas quais se apresentava como representante do Rural. Ao justificar a autorização para que o depoimento de Delúbio fosse dado na Papuda e não na delegacia, o juiz da vara Angelo Oliveira afirmou que isso "minimizaria a exposição e a exploração da imagem do sentenciado".

Na autorização para o depoimento de Valério, o juiz alega apenas preocupação com a "exposição do próprio sistema prisional." Preso há 23 dias para cumprir uma pena de 8 anos e 11 meses de prisão em regime fechado (inicialmente cumprida no semiaberto até a decisão sobre recurso apresentado por sua defesa), Delúbio se recusou a responder as perguntas da PF, lê-las ou mesmo folhear trechos do inquérito.
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