Assuntos de Goiás TV

sábado, 28 de junho de 2014

Chapas definidas (E fracas) expõe fragilidade dos candidatos no pleito em Goiás

A união de partidos e grupos em torno de nomes vão dar o tom da campanha deste ano, a divisão da oposição enfraqueceu as chapas majoritárias e neste quesito quem se deu melhor foi Iris Rezende (PMDB) que conseguiu trazer para o seu lado o Deputado Federal Ronaldo Caiado (DEM), um peso pesado da política em Goiás. A base aliada do Governador Marconi Perillo tentou até o último instante fritar José Eliton, mas foi barrada em suas pretensões pelo próprio Governador que não autorizou mudanças, o vice é uma figura que soma na campanha, mas é visto com certa insignificância perante o candidato central, José Eliton foi mantido na disputa pelo próprio Marconi e sem o apoio incondicional de toda a base.
Se em 2010 a chapa do PSDB tinha Demóstenes Torres gozando de um prestígio inabalável até então e formou o trio com um apadrinhado de Caiado, o desconhecido José Eliton, para este ano Marconi Perillo terá uma prova de fogo para consolidar outra vitória consagradora como aquela da eleição passada, onde venceu as máquinas Federal (Lula), Estadual (Cidinho) e Municipal (As principais cidades do estado), nesta eleição o Governador estará basicamente sozinho, já que seus parceiros nunca foram campeões de votos e pouco vão ajudar neste pleito.
Marconi Perillo é o maior nome da chapa governista, enfrenta uma rejeição mostruosa e terá a missão de carregar seus parceiros de chapa até a vitória, pois se superar a desaprovação da população pode fazer a diferença em Outubro.
O PT que tudo quer pode acabar sem nada, chapa pura é o melhor que eles conseguiram apresentar para a sociedade, Marina para o Senado já resumiria a fragilidade petista nesta eleição e o desconhecido Tayrone Di Martino seria uma aposta para o futuro. A propagada competência de Antônio Gomide contrasta com a incompetência administrativa do corpo diretivo do PT, que caso um desastre aconteça e o PT vença a eleição, os caciques do partido é que vão ser elevados a condição de administradores do estado, assim como vem fazendo em Goiânia.
Tendo Paulo Garcia como cabo eleitoral, o PT já entra na briga tomando um capote e a menos que a população esteja maluca de pedra eles ganham esta eleição. Oremos!
Vanderlan Cardoso que começou 2014 agitando os bastidores e se apresentando como um nome forte, acaba este período de convenções enfraquecido, e assim como o PT, só ganha a eleição se os votos forem de protesto, já que sem apoio é muito difícil que Vanderlan chegue há algum lugar.
Iris Rezende e conturbado PMDB tanto bagunçaram que acabaram por se dar bem ao montar um chapão para disputar. Se o dinheiro de Friboi poderia dar sustentação na campanha, o prestígio de Iris e Caiado podem fazer a diferença também, já que votos eles tem.
Tanto Iris, quanto Caiado passaram por cima de suas próprias ideias e convicções, os dois juntos e falando o mesmo idioma parecia algo improvável até para o mais otimista dos pemedebistas, mas aconteceu e sabendo superar as diferenças passando essa credibilidade ao eleitor, eles podem sim conseguir levar esta eleição.
Os cabeças de chapas, com sua experiência, credibilidade e poder de convencimento podem fazer toda a diferença nesta eleição, seria ilusão para o Vanderlan depender do apoio de Cidinho para vencer, da mesma forma é difícil imaginar que Vilmar Rocha e José Eliton tenham votos suficientes para fazer a diferença pró Marconi ou que a chapinha do PT possa sustentar a candidatura de Gomide. Apesar de sempre ter vencido Vilmar Rocha, Caiado só é favorito ao Senado, pois não costuma ir bem em eleições majoritárias, por outro lado pode ser considerado um fenômeno nos pleitos proporcionais.
 É a eleição em Goiás segue em aberto, não há um favorito disparado, todas as chapas são deficientes, tem suas fragilidades e contam com a incógnita do que esta pensando o eleitorado que até outro dia exigia uma mudança de postura dos políticos, e não só de um determinado governo, mas de toda a classe política que tem deixado a desejar. 
Em convenção do PT, Gomide afirma que Celg e Saneago serão prioridades, caso eleito | Jornal Opção

sábado, 22 de março de 2014

Sérgio Cabral pede ajuda Federal, policiais seguem morrendo e a população do Rio volta a viver no inferno

A situação no Rio de janeiro esta feia, é verdade, muita gente fala que os últimos acontecimentos podem influir no sucesso da Copa do Mundo na cidade maravilhosa, mas ainda faltam pouco mais de  dois meses para o ponta pé inicial, é tempo suficiente para que os Governos providenciem um aparato de segurança capaz de proteger turistas e moradores do crime organizado.

Ações pontuais precisam ser executadas pelo estado, pelo menos para deixar claro que o poder publico tem o controle da situação, já que as notícias e imagens que correm o Mundo, retratam exatamente o contrário.

O governo anunciou nesta sexta-feira (21) que vai enviar tropas federais para ajudar na segurança pública no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) e pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, após reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.

O governador foi a Brasília para pedir auxílio ao governo federal, depois de ataques a Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) na capital fluminense. O comandante da UPP de Manguinhos foi baleado e um PM levou uma pedrada na cabeça. Os dois foram socorridos e não correm risco de morrer.

O ministro e o governador não informaram quais serão as tropas federais que vão para o estado nem a quantidade de homens que serão enviados. De acordo com Cardozo, as informações são mantidas em sigilo por motivo de segurança.


Policiais militares promovem uma ocupação no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, Zona Norte do Rio, na noite desta sexta-feira (21). A informação foi confirmada pelo serviço reservado do 41° BPM (Irajá).

De acordo com a unidade policial, a ocupação teve início por volta das 20h e envolvia policiais de outros batalhões da PM, entre eles o 9° BPM (Rocha Miranda) e 14º BPM (Bangu). De acordo com o 41° BPM, até as 22h30 não havia registro de confronto com criminosos da região.
Leia mais: G1 - RJ está em alerta máximo contra novos ataques a UPPs - notícias em Rio de Janeiro




quinta-feira, 20 de março de 2014

Operação Lava-jato da Polícia Federal prende ex-diretor da Petrobras por lavagem de dinheiro

Segundo a PF, os grupos investigados na operação Lava-Jato, lançada em Curitiba, registraram movimentações financeiras atípicas num montante que supera 10 bilhões de reais. Costa foi envolvido nas investigações por ter recebido um carro de um doleiro.

O advogado do ex-diretor, Fernando Fernandes, informou por meio de sua assessoria de imprensa que entrará com pedido de habeas corpus junto ao Tribunal Regional do Rio Grande do Sul.

Segundo o advogado, Costa recebeu o carro como remuneração por serviços prestados. "A prisão é injusta", disse o advogado de acordo com nota da assessoria. 

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, no Rio de Janeiro, sob acusação de destruir documentos que o envolveriam no esquema de lavagem de dinheiro investigado na operação Lava-Jato, informou a assessoria de imprensa da PF.
Leia mais: PF prende ex-diretor da Petrobras por lavagem de dinheiro - EXAME.com


sábado, 15 de março de 2014

Tentativa de Roubo acaba em Tragédia em Goiânia - Onde isso vai parar minha gente?

A Diretoria da União Goiana dos Policiais Civis, enlutada, comunica o trágico assassinato da jovem Ana Maria Victor Duarte, fato este ocorrido no final da noite desta sexta-feira, dia 14 de março. 

De acordo com o plantão da Supervisão da Polícia Civil, Grupo D, a vítima juntamente com alguns amigos estavam na porta do estabelecimento Fernando Grill Sanduicheria, localizado na Av. T-64, Setor Bela Vista, quando bandidos, em uma moto, anunciaram o roubo. A vítima teria dito que não tinha celular e por isso foi baleada. O primeiro disparo falhou, mas o segundo a atingiu na região do tórax. Ana Maria morreu no local.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH). Ana Maria era filha do ex-delegado de Polícia Civil e promotor de justiça aposentado Wigvan Pereira Duarte, sobrinha do delegado aposentado Athênisson, cunhada do agente da polícia federal Bruno Fiori e irmã da agente da policia civil de Goiás Lívia Duarte Fiori. 

Informações dão conta de que o velório será no cemitério Parque Memorial, onde também ocorrerá o sepultamento. 

Aos familiares e amigos os nossos sinceros pêsames.


Fonte: UGOPOCI

www.ugopoci.com.br/integra_noticias.php?id=8351

terça-feira, 4 de março de 2014

Mais de R$ 1,3 mi é encontrado em carro no aeroporto de Goiânia - Dinheiro do tráfico ou para compra de votos?

Cerca de R$ 1,3 milhão em notas de dólar e real foi encontrado na madrugada desta terça-feira (4) dentro de uma bolsa em um carro estacionado no Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia. 

A Polícia Militar localizou o dinheiro após uma denúncia anônima. Abandonado desde o último dia 27 no local, o veículo, uma Fiat Strada, estava aberto, com chaves e documentos.

“A gente desconfia que este veículo estava preparado para alguém entrar nele e sair[ do aeroporto], já que estava destrancado, com acesso fácil ao interior. As chaves do veículo estavam guardadas dentro de um envelope de plástico também com fácil acesso”, afirma o capitão da PM Fábio Prates.

A Strada e o dinheiro foram encaminhados para a sede da Polícia Federal, onde os materiais estão apreendidos. Após contar as notas, a PF informou ao site G1 que dentro da bolsa havia US$ 507 mil dólares. Já em real, foi contabilizado R$ 95 mil. 

Conforme a conversão feita pela polícia, o dinheiro somado corresponde a R$ 1.364.000,00.

Algumas notas estão com identificação da Caixa Econômica Federal. 

A delegada federal Marcela Rodrigues investiga a origem do dinheiro. “A denuncia inicial de que seria dinheiro proveniente de explosão de  caixa eletrônico, o que não é verdadeiro porque tem dólar e real. 

Algumas notas estão marcadas. 

O carro será encaminhado ao setor de perícias. 

Tudo isso será investigado”, explicou.
Leia mais: G1 - Mais de R$ 1,3 milhão é encontrado em veículo no aeroporto de Goiânia - notícias em Goiás

sábado, 1 de março de 2014

Após denúncias de regalias, Delúbio Soares volta ao presídio da Papuda

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares foi transferido ontem do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) para o Complexo Penitenciário da Papuda. 

A transferência decorre da suspensão, até o próximo dia 18, do benefício de trabalho externo. Há um mês, Delúbio dormia no CPP e trabalhava durante o dia na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em Brasília. Ele também não poderá mais passar o Carnaval com a família, conforme estava autorizado pela Justiça.

Os benefícios foram suspensos pelo juiz Bruno André Silva Ribeiro, da Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, até que se apure a denúncia feita pelo Ministério Público do Distrito Federal de que o ex-tesoureiro, um dos condenados no julgamento do mensalão, estava sendo tratado com regalias no Centro de Progressão Penitenciária.

Só após ouvir Delúbio, em videoconferência, o juiz decidirá se mantém ou não a suspensão ao trabalho externo. Os promotores alegam que foi servida uma feijoada aos presos da ala onde o petista cumpre pena de seis anos e oito meses de prisão pelo crime de corrupção ativa.

O Ministério Público também questiona supostos privilégios no Centro de Internamento e Reeducação (CIR), onde está preso o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Os promotores sustentam que os condenados do mensalão têm recebido visitas fora dos dias permitidos e alimentação diferenciada.

O juiz Bruno André determinou a abertura de um processo disciplinar para apurar o tratamento oferecido aos presos do CPP. Deu, ainda, prazo de 48 horas para que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), informe quais providências foram tomadas em relação ao caso. A defesa de Delúbio diz que não há qualquer privilégio para o ex-tesoureiro.
Leia mais: Após denúncia de regalia, Delúbio volta ao presídio - Tribuna do Norte

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Mais do mesmo: Novos documentos da Castelo de Areia fazem renascer denúncias contra aliados de Sérgio Cabral



Na ação, batizada de Castelo de Areia, os policiais apreenderam uma série de documentos que, segundo eles, traziam indícios de transferências de recursos para políticos de diversos matizes, em contas no Brasil e no exterior. Entre os citados na papelada estavam nomes de PMDB, PT, PSDB, PR, DEM, PCdoB, PSB e PP. A operação que prometia dinamitar gabinetes em todo o país acabou desmontada no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Sob a alegação de que a ação da PF se baseara numa denúncia anônima, os ministros do STJ suspenderam o processo e anularam as provas recolhidas pela Polícia Federal.

O Ministério Público Federal discordou da decisão e, em agosto de 2012, recorreu ao Supremo Tribunal Federal. Em dezembro do ano passado, a subprocuradora-geral da República Maria das Mercês Aras, que atuou no caso, recebeu um conjunto de documentos que não integravam o processo original da Castelo de Areia. Por considerá-los relevantes, ela remeteu os documentos a Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República, que representa o Ministério Público no STF. Empossado em setembro, Janot disse a sua equipe que tem interesse especial na Castelo de Areia.
Leia mais: Novos documentos fazem renascer denúncias contra aliados de Sérgio Cabral - ÉPOCA | Tempo

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Assuntos de Goiás |: Wesley Camargo, Filho do cantor sertanejo Luciano,é preso em Goiânia

Denunciado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em Goiânia, por uma tia e uma prima, Wesley Camargo, 26 anos, filho do cantor sertanejo Luciano, da dupla com Zezé di Camargo, foi detido na madrugada desta sexta-feira, 21, acusado de agressão. Ele permanece preso e deverá ser encaminhado para outra unidade. 

 Familiares do rapaz confirmaram que ele teria chegado em casa bastante embriagado após passar a noite de quinta-feira, 20, em uma boate onde havia uma festa. Em seguida, teria discutido com a tia e quebrado objetos. A confusão aconteceu na casa dos avós, Francisco Camargo e Helena, onde Wesley Camargo mora.

A Polícia Militar (PM) foi chamada para intervir e todos foram conduzidos para a Deam. 

A tia e a prima passaram por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e o exame constatou lesões nas vítimas.

Pela manhã, uma jovem que seria companheira do rapaz esteve na Deam, mas não foi confirmado se ela prestou depoimento. Para uma emissora de televisão ela evitou se idenfiticar e defendeu o rapaz, reclamando da tia dele, uma das vítimas.
Leia mais: Filho do cantor sertanejo Luciano é preso em Goiânia - brasil - geral - Estadão

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Kátia Rabello e Joesley Batista, irmão de Júnior Friboi, são indiciados pela Polícia Federal

A Polícia Federal indiciou o controlador do grupo J&F Participações, Joesley Batista, irmão do pré-candidato Júnior Friboi (PMDB), e a ex-presidente do banco Rural Kátia Rabello, condenada pela Ação Penal 470 (mensalão). Eles foram acusados de fazerem empréstimos entre instituições financeiras em que têm participação. As operações, consideradas ilegais, envolveram valores de R$ 160 milhões.

A J&F é uma empresa de investimento que atua no setor de investimento, atendendo diversas empresas, como a JBS, de Júnior Friboi e o Banco Original. A suposta fraude envolvia uma troca de empréstimos, conhecida como “chumbo cruzado”, usada muitas vezes para simular negócios.

A Polícia Federal aponta nas investigações que dois empréstimos foram feitos em datas muito próximas em empresas dos dois grupos (J&F e banco Rural). De acordo com a apuração, em dezembro de 2011, o banco Rural emprestou R$ 80 milhões ao grupo J&F Participações e à empresa Flora Produtos de Higiene e Limpeza, que também recebe investimento da J&F. No mesmo dia em que o empréstimo foi recebido pelas empresas do grupo J&F em contas no banco Rural, o dinheiro foi transferido às contas no banco Original.
Leia mais: Kátia Rabello e Joesley Batista são indiciados pela Polícia Federal - Jornal Opção

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Juiz de Goiás autoriza que jovem curse universidade sem concluir ensino médio

Não é razoável que um aluno do ensino superior tenha sua matrícula na instituição de ensino cancelada, por meio da revogação de liminar, quando ele já assistiu a mais de 20% das aulas necessárias para a graduação.

Este foi o entendimento do juiz substituto Fernando Augusto Chacha de Rezende, da Comarca de São Luiz dos Montes Belos, para confirmar liminar autorizando a inscrição de um estudante no curso de Zootecnia Civil da Universidade Estadual de Goiás. 

Concedida em 2012, a liminar foi necessária porque Gustavo Henrique Manso ainda não havia concluído o ensino médio.

“Faz-se necessária a aplicação da teoria do fato consumado diante das peculiaridades fáticas (matrícula realizada em 2012) e, mesmo, da situação cristalizada que se modificada após concluída mais de 20% do ensino superior (zootecnia civil) poderia ser extremamente danosa não só ao autor como, igualmente, à Universidade, ora, requerida. Aliado a tudo isso, não há que se urdir em qualquer prejuízo a terceiros, pois, o autor foi regularmente aprovado no vestibular”, explicou o juiz. 

Em sua decisão, o juiz observou que, mesmo que o artigo 44 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação estabeleça a conclusão do ensino médio como pré-requisito para a graduação, o jovem teve sucesso na disputa, mesmo concorrendo com candidatos já formados no nível em discussão. 

Chacha de Rezende concluiu que impedir que o aluno frequente as aulas um ano após ser beneficiado com a liminar “transpassa qualquer juízo de razoabilidade”. 

Ele manteve o posicionamento da liminar e confirmou a Ação Cautelar em que era pedida autorização para a matrícula do jovem no curso de Zootecnia Civil. 


Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO.

Leia mais: ConJur - Juiz de Goiás autoriza que jovem curse universidade sem concluir ensino médio

Assuntos de Goiás |:Policiais civis invadem o Palácio Pedro Ludovico para protestar



Cerca de 100 policiais civis invadiram o Palácio Pedro Ludovico Teixeira, no Centro de Goiânia, na tarde desta terça-feira (18/02) para protestar contra a não votação do projeto de reestruturação dos policiais civis e produtividade.


Leia mais: Mais Goiás | Cidades | Policiais civis invadem o Palácio Pedro Ludovico para protestar

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Denuncia Grave: Jovens pobres recebem R$ 150 por protesto para fazer vandalismo, diz advogado de indiciados

A denuncia do Advogado põe mais lenha na fogueira dos protestos     
O advogado Jonas Tadeu, que defende Caio Souza e Fábio Raposo, indiciados pela morte do cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, disse que jovens pobres recebem R$ 150 por cada manifestação, para praticar atos de vandalismo. 
De acordo com o advogado, em entrevista à GloboNews, ônibus iam buscar esses rapazes. Jonas Tadeu também afirmou que há partidos políticos envolvidos no esquema de financiamento.

No entanto, o advogado não deu mais detalhes nem disse a fonte da informação, mas acrescentou que há um esquema de pirâmide e que os pagamentos eram feitos por ativistas.

— Quando esses jovens chegam às manifestações, têm outras pessoas que entregam rojões, máscaras e equipamentos.
Leia mais: Jovens pobres recebem R$ 150 por protesto para fazer vandalismo, diz advogado de indiciados - Jornal O Globo

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A Itália não deve se negar a extraditar Pizzolato, apesar do Brasil não ter mandado Battisti para lá

Bandidos: a Itália não deve segurar um mala por lá como fez o Brasil
Conforme a PF, ex-diretor do BB ingressou no território argentino provavelmente no último dia 12 de setembro e depois percorreu 1,3 mil quilômetros até a capital do país, Buenos Aires. As investigações demonstraram que ele embarcou para Barcelona, na Espanha, em um voo da Aerolíneas Argentinas. De lá, informaram os policiais federais, seguiu para a Itália. A PF não sabe de que forma ele chegou ao território italiano.



Falsificação
Segundo a PF, assim que perceberam que o ex-diretor do BB poderia ter fugido do país, as autoridades policiais brasileiras pediram a todos os países da América do Sul se havia registro de entrada de algum homem com nome de Henrique Pizzolato e todos disseram que não.


"Não havia registro de saída de Pizzolato. A América Latina deu informações de que ele não havia ingressado ou deixado o território. Faltava uma peça", disse delegado da PF Rogério Donati.
A peça que faltava para o desenrolar da investigação foi dada pela PF da Itália. "A PF da Itália informou que um irmão de Pizzolato havia pedido no ano anterior status de italiano residente na Itália, e não mais de italiano residente no exterior", relatou Luiz Cravo Dórea, coordenador-geral de Cooperação Internacional da PF.

De acordo com o delegado da PF, Pizzolato usou documento de identidade no nome de Celso Pizzolato, irmão dele, para fazer passaporte, título de eleitor e outros documentos. Celso morreu em 1978, com 24 anos. A falsificação do RG do irmão, que foi o ponto de partida para elaborar os demais documentos, ocorreu em 2007.
"A polícia federal informou que um irmão de Pizzolato havia requerido pedido no ano anterior status de italiano residente na Itália e não mais de italiano residente no exterior. Verificamos que Celso Pizzolato havia morrido há 36 anos. Faleceu em 1978 em um acidente automobilístico na região de Foz do Iguaçu. Ele morreu quando tinha apenas 24 anos de idade", disse o oficial de ligação da política italiana no Brasil.
Extradição
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quarta (5) que tomará "todas as providências necessárias" para que o ex-diretor de Marketing do BB seja extraditado da Itália para o Brasil. "Uma vez que há mandado de prisão, comunicaremos ao Supremo da prisão e tomaremos todas as medidas necessárias [para que Pizzolato cumpra a pena no Brasil]", afirmou.
Após a prisão de Henrique Pizzolato vir à tona, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou, por meio de nota, que já iniciou as providências para pedir ao Supremo a extradição do ex-diretor de Marketing do BB, condenado no processo do mensalão que estava foragido e foi preso na Itália.
Janot destacou, na nota, que cabe ao procurador-geral provocar o Supremo e o Ministério da Justiça para a formalização do pedido de extradição.
Leia mais:G1 - Lugar por onde Pizzolato fugiu tem fiscalização por amostragem, diz PRF - notícias em Santa Catarina

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Segurança Pública no Brasil: Policiamento é reforçado na Vila Cruzeiro, no Rio, após morte de PM

De acordo com a polícia, o soldado Marcelo Gilliard, baleado na coxa, foi avaliado, medicado, teve quadro clínico estabilizado e será transferido para o Hospital Central da Policia Militar, fora de perigo. Uma mulher, identificada como Elaine Marques, também baleada na cabeça, passou por cirurgia na noite de domingo, e seu estado era grave. O marido dela, Antonio Marcos Travesso, foi medicado e recebeu alta.
A Divisão de Homicídios investiga a morte. Uma perícia foi feita no local e a polícia aguarda a liberação médica das vítimas para que elas possam prestar depoimento. Outras testemunhas também serão ouvidas.

Rotina de ataques a UPPs

O projeto de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), iniciado em 2008 pela Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro com o objetivo de devolver a segurança aos moradores da cidade, vem enfrentando uma série de problemas, principalmente após novembro de 2013. De lá para cá, o número de registros de tiroteios e ataque a sedes de UPP nas comunidades passou de 10, como contabilizou o G1, de dezembro e janeiro.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa das UPPs informou que as unidades “não estão em crise”. O Instituto de Segurança Pública (ISP) não divulgou o número de ocorrências nos últimos dois meses.
Leia mais: G1 - Policiamento é reforçado na Vila Cruzeiro, no Rio, após morte de PM - notícias em Rio de Janeiro

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Cineasta Eduardo Coutinho é morto a facadas no Rio de Janeiro - O filho dele é o principal suspeito

O cineasta Eduardo Coutinho, de 80 anos, foi morto a facadas neste domingo (2), em sua casa, na Lagoa, Zona Sul do Rio.
O cineasta e documentarista era um dos mais importantes do Brasil
Segundo a polícia, o filho do documentarista, Daniel Coutinho, 41 anos, é o principal suspeito. 

A mulher do cineasta, Maria das Dores Coutinho, 62 anos, também foi ferida e está internada em estado grave no Hospital Miguel Couto. 

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil investiga o caso.

O filho, que supostamente sofre de problemas mentais, também foi levado para o hospital. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele passou por cirurgia e está internado na unidade intermediária do hospital. 
Daniel levou duas facadas no abdômen e tem quadro estável.

Segundo policiais do batalhão do Leblon, que foram ao apartamento do cineasta no fim da manhã, o filho teria esfaqueado os pais e depois tentado o suicídio.

A mãe dele levou duas facadas nos seios, três no abdômen e teve uma lesão no fígado. Ela também já passou por cirurgia e seu estado de saúde é grave. O corpo do cineasta foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).
Leia mais: G1 - Cineasta Eduardo Coutinho é morto a facadas no Rio - notícias em Rio de Janeiro

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Estado de Goiás, Segurança ZERO - Policial federal é morto durante tentativa de assalto em Goiânia

Oto Galvão foi baleado durante tentativa de assalto e não resisitu (Foto: Divulgação/PF)O policial federal Oto Galvão, 50 anos, morreu durante uma tentativa de assalto no Setor Sul, em Goiânia, na noite de quinta-feira (31). 
De acordo com a Polícia Militar (PM), o agente reagiu e também baleou um dos assaltantes, que não resistiu aos ferimentos. Outro criminoso, que participou da ação, conseguiu fugir e é procurado.

Ainda segundo a PM, o policial aguardava a esposa sair de um curso, quando foi abordado pela dupla. Eles queriam levar o carro, mas o agente se negou a entregar. Nesse momento houve troca de tiros.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e ainda tentou reanimar os feridos, mas ambos morreram no local. O caso será investigado pela Delegacia Estadual de Homicídios (DIH).
Leia mais: G1 - Policial federal é morto durante tentativa de assalto em Goiânia - notícias em Goiás

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ex-prefeito acusado de pedofilia foi alvo de armação no interior de São Paulo, diz MP



Ana Rosa Alves procurou o MP para fazer a denúncia (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)


Ana Rosa Alves, que trabalhava na campanha eleitoral de Silva na época, admitiu ter recebido dinheiro e uma casa para compactuar com a armação. 

Segundo o MP, entre 5 e 22 de setembro de 2008, Ana esteve na casa de José Mauro Baltazar, coordenador da campanha de Silva, e recebeu uma proposta para acusar Assis de manter relações sexuais com uma menor desde seus 11 anos. 


O tucano perdeu a eleição daquele ano e Silva foi eleito. Em 2012, a própria Ana Rosa resolveu denunciar a armação e, desde então, diz estar sendo perseguida pelos envolvidos.

Na denúncia do MP, assinada pelo promotor Guilherme Chaves do Nascimento, consta que Baltazar, na presença de Silva, teria oferecido a Ana Rosa R$ 500 por mês, R$ 10 mil de uma só vez e mais uma casa na Cohab para que ela assinasse os documentos de acusação contra Assis que, posteriormente, foram enviados ao Conselho Tutelar, ao MP e à Polícia Civil. 

Além de Ana Rosa, Assis e Baltazar, o quarto denunciado pelo MP é o advogado Homero Tranquilli, que teria orientado Ana Rosa sobre como proceder perante a investigação da Polícia Civil a fim de manter a denúncia caluniosa contra o então prefeito de Santa Cruz da Esperança. 

De acordo com a Promotoria, Tranquilli também é filho do dono de um jornal que circula na cidade e que publicou em primeira mão a calúnia contra Assis.
Indícios
De acordo com a denúncia do MP, o cruzamento das bilhetagens telefônicas dos acusados, feito durante o inquérito policial, demonstra que eles mantinham uma estreita relação, considerada pela Promotoria como um indício do envolvimento deles na armação. O período em que os registros telefônicos foram feitos, entretanto, não foi especificado. 

O MP identificou 108 ligações entre Tranquilli e Ana Rosa. Ela também teria falado ao telefone 25 vezes com Baltazar, que por sua vez teria entrado em contato 76 vezes com Tranquilli. 

O promotor salientou ainda que os documentos assinados por Ana Rosa e entregues às autoridades locais com a denúncia caluniosa contra Assis possuem termos usado por uma pessoa com bom nível intelectual, algo que ela, com pouco nível de escolaridade, não é. 

A ação penal corre em segredo de Justiça no Fórum de Cajuru e é analisada pelo juiz Mário Leonardo Marsiglia, que já deferiu uma medida cautelar impedindo que Baltazar, Tranquilli e Silva se aproximem de Ana Rosa. 

A pena para o crime de denunciação caluniosa pode chegar a oito anos de reclusão.
Por telefone, Ana Rosa disse ao G1 que denunciou a armação em 2012, quatro anos após o ocorrido, porque sofreu uma crise de consciência. "Eu fui usada, fui o que chamam de laranja. 

Na época, eu estava muito fragilizada, tinha acabado de descobrir que estava com câncer de pele. Precisava do dinheiro. Agora acabo sofrendo por causa disso. Troco de celular toda hora, não consigo morar em lugar nenhum", relatou.
Leia mais: G1 - Ex-prefeito acusado de pedofilia foi alvo de armação em SP, diz MP - notícias em Ribeirão e Franca

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Delegado Thiago de Castro Teixeira vira Laura e pode assumir Delegacia da mulher em Goiânia

Uma cirurgia de mudança de sexo, realizada na Tailândia, é o assunto do momento nos bastidores da segurança pública de Goiás. 

O Delegado Thiago de Castro Teixeira agora é Laura de Castro Teixeira após cirurgia na Tailândia
Há cerca de seis meses, um delegado de Polícia Civil entrou de licença médica, viajou até a Ásia, onde submeteu-se à mudança de sexo, da qual ainda se restabelece. 
Em fevereiro, quando deverá voltar ao posto, no lugar do delegado Thiago de Castro Teixeira, quem assumirá será a delegada Laura de Castro Teixeira. 

E Laura reassumirá com a possibilidade de lotação na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (Deam) Central de Goiânia, onde a titular, Ana Elisa Gomes Martins, carente de reforço, garante uma boa recepção. "Se ela vier, será recebida com profissionalismo e para atender uma grande demanda de um público carente", informa a delegada Ana Elisa, que chefia uma especializada com três delegadas adjuntas e quatro plantonistas, todas sobrecarregadas pela violência contra a mulher. 

 A mudança de nome de Thiago para Laura foi autorizada pela Justiça e por isto o novo registro civil do delegado passou a ser do sexo feminino. 

No Facebook, desde o final de outubro, Laura já exibia o novo visual, contrastando bastante com a imagem pública do então delegado Thiago, geralmente usando terno, camisa de mangas compridas e outras peças todas do vestuário masculino. 

 Na foto mais recente, postada em 13 de dezembro, a delegada aparece com o rosto maquiado e vestida com a camiseta preta padrão com o timbre da Polícia Civil, muito utilizada pelos policiais da corporação durante operações. 

Os cabelos longos e bem escovados nem de longe lembram as madeixas desalinhadas e amarradas, geralmente em um rabo de cavalo, mantidas presas sempre que concedia entrevistas sobre casos policiais. 

 A história foi revelada nesta quinta-feira, 23, pelo jornal Diário da Manhã (DM), que dá como certa a posse dela como delegada da Mulher de Goiânia. A reportagem mostrou a surpresa de alguns ex-colegas de trabalho com as mudanças feitas por Thiago. "O delegado era implacável em ações que exigiam demonstração de 'macheza' e sua conduta era de um homem que exalava testosterona, não de um indivíduo que pudesse mudar de sexo e vir a se tornar uma figura feminina", declarou um escrivão ouvido. 

 Policial tido como sério, com atuação firme nas operações de combate à criminalidade promovidas pela Polícia Civil, onde ingressou há cerca de quatro anos, antes de se transformar em Laura, Thiago foi delegato titular das cidades de Trindade e Senador Canedo, ambas na região Metropolitana de Goiânia. 

Também atuou como coordenador do grupo especial de repressão a narcóticos (Genarc) da cidade de Porangatu, no Norte de Goiás. 

 Outros detalhes pessoais sobre a vida do policial que vieram a público com a mudança de sexo, dizem respeito ao passado de Thiago, que foi casado e tem dois filhos.

Esperado. 

Ao Estado, uma fonte da Polícia em Goiânia informou, solicitando o anonimato, que a mudança de sexo "não foi uma surpresa de agora, já que a licença e a viagem à Tailândia eram sabidas de algumas pessoas há alguns meses". 

A fonte sinalizou que, nos bastidores da corporação, a homossexualidade do delegado era conhecida, "mas não comentada amplamente, inclusive porque ele tem uma atuação linha dura".

Por outro lado, o caso é tratado com cuidados pela SSP. 

A assessoria de Imprensa da Polícia Civil evitou informar os contatos da delegada Laura. A policial também não respondeu à solicitação de entrevista feita através de mensagem nesta quinta-feira, 23, no perfil dela no Facebook. 

Segundo a assessoria, o diretor geral da PC, delegado João Carlos Gorski, não comentará o caso, justificando se tratar de assunto pessoal "que não afetará em nada a parte administrativa" do cargo exercido pela delegada, já que houve autorização judicial para a mudança de nome. 

Ainda segundo a assessoria, não há definição por enquanto sobre a próxima lotação de Laura, indicando que não está confirmada ou descartada uma atuação como delegada da mulher. 

Na Deam, tradicionalmente, a maior parte dos postos de delegado é ocupada por mulheres, mas algumas vezes já foram ocupados por homens. 

Na Especializada, homossexuais homens, como travestis, não são atendidos. 

O atendimento é exclusivo para mulheres, entre as quais lésbicas vítimas de violência.
Leia mais: Delegado Thiago vira Laura e pode assumir defesa da mulher em Goiás - brasil - geral - Estadão

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

STJ nega liminar a PMs envolvidos no desaparecimento do pedreiro Amarildo

Agência Brasil

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, negou liminar a dois policiais militares denunciados por envolvimento no desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza. A decisão foi publicada hoje (10) no site do STJ na internet.
Muito mistério cercam o caso do pedreiro Amarildo. Policiais Militares são suspeitos de mata-lo     
Os policiais, major da Polícia Militar (PM) Edson Raimundo dos Santos e o tenente PM Luiz Felipe de Medeiros, trabalhavam na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, quando Amarildo desapareceu. Acusados e presos, eles questionaram a transferência do Batalhão Especial da Polícia Militar para o Presídio Petrolino Werling de Oliveira, Bangu 8, no Complexo de Gericinó, onde são mantidos em prisão especial.

Em novembro do ano passado, a Justiça do Rio, por unanimidade de votos, negou habeas corpus em favor dos dois policias. Eles estão entre os 13 presos dos 25 PMs denunciados pelo crime.

Em nota, o Tribunal informou que o ministro Fischer considerou que a ordem de prisão fundamenta, de forma suficiente, a necessidade da medida, bem como a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de transferir os policiais para a unidade de custódia de Bangu, devido à influência dos dois PMs sobre os demais réus. O mérito do recurso em habeas corpus será apreciado a partir de fevereiro pela Sexta Turma do STJ.

Morador da Rocinha, o pedreiro Amarildo desapareceu em julho passado, depois de ser levado por policiais da UPP para interrogatório sobre um suposto esconderijo de armas de traficantes. Testemunhas disseram à Polícia Civil que Amarildo foi torturado e morto na sede da UPP da Rocinha.

O ex-comandante da unidade, major Edson Santos, sustentou que Amarildo foi ouvido e liberado, mas nunca apareceram provas que mostrassem o pedreiro saindo da UPP, pois as câmeras de vigilância, que poderiam registrar a saída dele, não estavam funcionando. O sumiço do pedreiro gerou uma série de protestos contra a violência policial e a impunidade.

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

CPI do Sistema Carcerário identificou problemas do Maranhão em 2008

Agência Brasil
Centro da atual crise de segurança pública que vive o Maranhão, o sistema penitenciário do estado enfrenta problemas que foram diagnosticados há, pelo menos, meia década, pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário, que funcionou na Câmara dos Deputados. Superlotação, instalações inadequadas, falta de higiene, deficiência na vigilância e déficit de defensores públicos foram apontados como algumas das causas da crise no setor.

Criada em 2007, a CPI percorreu os 26 estados mais o Distrito Federal e traçou um diagnóstico do sistema prisional do país. No capítulo dedicado ao Maranhão, a CPI informou que, em 2008, quando foi aprovado o relatório final dos trabalhos, o estado tinha 5.258 presos para apenas 1.716 vagas, com déficit de 3.542 lugares.

A falta de ações concretas para mudar esse quadro culminou nos problemas enfrentados nas últimas semanas pelo Maranhão e, em especial, pela capital São Luís. Segundo autoridades estaduais, partiu de dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, o maior do estado, a ordem para os ataques a ônibus e delegacias de polícia ocorridos na noite da última sexta-feira (3).

A ação foi uma resposta dos criminosos às mudanças impostas pela Polícia Militar e pela Força Nacional de Segurança no interior do presídio onde, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao menos 60 presos foram assassinados em 2013. Neste ano, dois detentos foram mortos.

“O que ocorre hoje é o que chamo de tragédia anunciada. O governo não tomou as providências que a CPI recomendou, e agora o negócio explodiu”, disse à Agência Brasil o deputado Domingos Dutra (SDD-MA), que foi relator da CPI. “O sistema está apodrecido. Estão misturados presos que cometeram homicídio no interior [do estado], com chefes de tráfico e quadrilha da capital. Estão misturando toda a espécie de criminosos em um caldeirão. Presos jovens com mais velhos, violentos com ladrões de galinha, só pode dar nisso”, acrescentou Dutra.

Em fevereiro de 2008, a CPI esteve no Maranhão e fez diligências na Penitenciária de Pedrinha, na Central de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ), na Casa de Detenção Masculina e na Delegacia Especial de Paço do Lumiar, para mulheres. Em todos os locais, a mesma realidade: superlotação e condições desumanas. “O local é um horror: sujo, fétido, insalubre”, diz trecho do relato sobre o Centro de Custódia, localizado no bairro do Anil.

Sobre Pedrinhas, a CPI disse que “vários internos apresentaram marcas de espancamentos, denunciando práticas constantes de tortura”. Além disso, relatou que a unidade é antiga e “inadequada” e que o prédio é “velho” e em manutenção. “As paredes são sujas, os corredores escuros e há lixo em abundância. Doentes presos com HIV e tuberculose em celas coletivas revelam ausência de assistência médica”, diz trecho do relatório final do colegiado.

De lá pra cá, quase nada mudou, ressalta Dutra. “No Maranhão, 98% dos presos não trabalham e não estudam. A superlotação é muito grande. A mistura de presos é absurda. Só tirar os líderes para outros presídios não resolve o problema”, disse. Além disso, acrescentou Dutra, o governo estadual deveria investir na ressocialização dos detentos.

Para o relator da CPI do Sistema Carcerário, as disputas políticas no estado e a proximidade com as eleições têm dificultado a implementação de medidas necessárias. Na avaliação de Dutra, que sempre fez oposição à governadora Roseana Sarney, há a necessidade de “normalização do estado político” local.

A reportagem tentou contato, por telefone, com a Secretaria de Comunicação do governo do Maranhão, mas não obteve retorno até a publicação da matéria. O relatório final da CPI está disponível na internet.
Leia mais: CPI do Sistema Carcerário identificou problemas do Maranhão em 2008 | Agência Brasil

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Joaquim Barbosa sai de férias sem assinar mandado de prisão de João Paulo Cunha

A Ministra Carmem Lúcia pode assinar o mandato
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, saiu de férias nesta terça-feira (7) sem deixar assinado o mandado de prisão do deputado João Paulo Cunha (PT-SP). Com isso, não há definição de quando a prisão será realizada.

De acordo com a assessoria de imprensa do STF, a demora para a expedição do mandado está ligada à burocracia interna da corte.
João Paulo ainda não se apresentou à PF porque não há mandado, diz advogado

Isso porque, além da redação e revisão do documento, é preciso que a secretaria judiciária do tribunal confeccione um ofício para a Câmara dos Deputados e uma carta sentença contendo o tempo de prisão e detalhes do processo para a Vara de Execuções Penais.

Estes procedimentos foram concluídos ao longo do dia e a papelada já está pronta para receber uma assinatura.

De acordo com um ministro ouvido pela Folha, mesmo em férias Barbosa pode assinar o mandado de prisão de João Paulo. Além disso, se considerar que o caso é urgente, a ministra Cármen Lúcia, que está no plantão no lugar do presidente, também tem autonomia para expedir o mandado.
Leia mais: Folha de S.Paulo - Poder - Barbosa sai de férias sem assinar mandado de prisão de João Paulo Cunha - 07/01/2014

domingo, 5 de janeiro de 2014

Lei que define crimes de racismo completa 25 anos

Agência Brasil

Foi criada há exatos 25 anos a Lei 7.716, que define os crimes resultantes de preconceito racial. A legislação determina a pena de reclusão a quem tenha cometidos atos de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Com a sanção, a lei regulamentou o trecho da Constituição Federal que torna inafiançável e imprescritível o crime de racismo, após dizer que todos são iguais sem discriminação de qualquer natureza.

A lei ficou conhecida como Caó em homenagem ao seu autor, o deputado Carlos Alberto de Oliveira. A partir de 5 de janeiro de 1989, quem impedir o acesso de pessoas devidamente habilitadas para cargos no serviço público ou recusar a contratar trabalhadores em empresas privadas por discriminação deve ficar preso de dois a cinco anos.

É determinada também a pena de quem, de modo discriminatório, recusa o acesso a estabelecimentos comerciais (um a três anos), impede que crianças se matriculem em escolas (três a cinco anos), e que cidadãos negros entrem em restaurantes, bares ou edifícios públicos ou utilizem transporte público (um a três anos). Os funcionários públicos, tratado na lei, que cometerem racismo, podem perder o cargo. Trabalhadores de empresas privadas estão sujeitos a suspensão de até três meses. As pessoas que incitarem a discriminação e o preconceito também podem ser punidas, de acordo com a lei.

Apesar da mudança no papel, os negros ainda sofrem racismo e frequentemente se veem em situação de discriminação. Para o coordenador nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais e Quilombolas (Contaq), no campo legislativo pouca coisa mudou desde que a escravidão foi abolida, em 1888. “A realidade continua a duras penas. Desde o começo, muitos foram convidados para entrar no Brasil, o negro foi obrigado a trabalhar como escravo”, disse, citando leis como a da Vadiagem, a proibição da capoeira e o impedimento à posse de terras.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios, divulgada em setembro de do ano passado, 104,2 milhões de brasileiros são pretos e pardos, o que corresponde a mais da metade da população do país (52,9%). A diferença não é apenas numérica: a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

De 1989 para cá, outras legislações importantes na luta contra o preconceito racial foram criadas, como o Estatuto da Igualdade Racial (2010) –, e a Lei de Cotas (2012), que determina que o número de negros e indígenas de instituições de ensino seja proporcional ao do estado onde a universidade esta instalada. “Essas são ações muito importantes de reparação. Tem alguns fatores que a gente ainda precisa quebrar para que o negro tenha direitos e oportunidades reais”, acredita Biko.

Para denunciar o crime de racismo ou injúria racial, o cidadão ainda não tem à disposição um telefone em todo o Brasil. Mas unidades da Federação têm criado os seus próprios, como o Distrito Federal (156, opção 7) e Rio de Janeiro (21-3399-1300). Segundo Biko, é importante saber quem é de onde são as pessoas que cometem tal crime. “Sem dúvida, quando mais espaço de denúncia a gente tiver, mais reforça a luta conta a esse processo de segregação racial que a gente ainda vive nesse país”, avalia.
Leia mais: Lei que define crimes de racismo completa 25 anos | Agência Brasil

sábado, 4 de janeiro de 2014

Enquanto isso na Vila Sarney Filho: 'Não tiveram sentimento e tocaram fogo na menina', diz parente de vítima

É grave o estado de saúde da menina de 6 anos que foi uma das vítimas do ataque a um ônibus na Vila Sarney Filho, em São Luís, na noite dessa sexta-feira (3). Ela teve 90% do corpo queimado, de acordo com informações do Hospital Municipal Clementino Moura, o Socorrão II, onde está internada na UTI.
Além deste, outros 3 veículos foram incendiados na mesma noite e uma delegacia foi alvo de tiros. As ações ocorrem após uma operação da Tropa de Choque no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, que tinha como objetivo diminuir as mortes nos presídios do estado, que têm sido foco de tensões entre integrantes de facções e policiais.
Leia mais: G1 - 'Não tiveram sentimento e tocaram fogo na menina', diz parente de vítima - notícias em Maranhão

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