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segunda-feira, 6 de março de 2017

A vez de Aécio, Jucá, Padilha, Franco e… Janot vai solicitar ao STF inquérito sobre políticos com foro, diz Jornal – Profissão Político

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Rodrigo Janot sabe que a Constituição não permite, mas para dar pérolas aos porcos, a Folha diz que ele estaria estudando a viabilidade jurídica para incluir Michel Temer como alvo destes inquéritos. 

 Na lista estariam dois ministros do governo do Temer: Eliseu Padilha (Casa Civil), atualmente licenciado para tratamento médico, e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência). 

 A Folha de S. Paulo também diz que a PGR quer investigar os senadores Edison Lobão (MA) e Romero Jucá (RR), do PMDB, e José Serra (SP) e Aécio Neves (MG), do PSDB. 

Não foram mencionados pelo Procurador Geral o Senador Renan Calheiros e nenhum Deputado Federal, mas só para não perder o hábito, os nomes dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva figuram com destaque nos pedidos de Janot, assim como os ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci, além do marqueteiro João Santana e governadores, ex-governadores e ex-parlamentares. 

 A Operação Lava Jato esta completando três anos, e até agora não incomodou circunstancialmente os políticos que tem foro privilégiado. 

Se os inquéritos não forem abertos logo e as punições demorem a ocorrer, o descredito do MPF e da própria Lava Jato será colocado em xeque

Acima da lei? STF solta Juiz corrupto e o goleiro Bruno. Congresso “emperra” fim do foro privilegiado – Administrador de Sonhos

O Brasil dos contrastes, o país onde os criminosos se criam, acabam se dando bem de alguma forma. 

Luiz Fux mandou soltar Juiz vendedor de sentenças. Marco Aurélio Melo pôs na rua o goleiro Bruno, protagonista de um dos episódios mais emblemáticos da história criminal do país, tanto um caso quanto o outro são sim questionáveis, são sim passíveis de críticas e repúdio da sociedade, servindo de pano de fundo para discussão sobre foro privilégiado no Brasil.


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Os políticos, velhacos que são, estão com receio de serem pegos nas delações da Odebrecht, que devem implicar dezenas de deputados e senadores, parlamentares evitam agilizar trâmite das propostas que acabam com o foro privilegiado. 

 O Brasil é famoso pela impunidade, não só envolvendo políticos, bandidos de colarinho branco sempre se deram bem por aqui. 

É mais fácil alguém ser punido por roubar um enlatado no supermercado do que um meliante ser preso por ter desviado milhões em verbas públicas.
 
Esse é o Brasil que tem uma Justiça pouco confiável e uma classe política que tem certeza de que está acima da lei.


 Fonte: Congresso “emperra” 12 PECs que acabam com foro privilegiado

Ministro do TSE intima PSDB a explicar doações de empreiteira a Aécio Neves em 2014 – Eu Digo Sempre

Não é só as delações da Odebrecht que estão tirando a credibilidade política do "Mineirinho", outros delatores como Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, também disse ter feito doações não declaradas à campanha do Senador Aécio Neves.

- Agência Brasil -  
O ministro Napoleão Maia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o PSDB se manifeste sobre o depoimento do executivo Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, que disse ter feito doações não declaradas à campanha presidencial de Aécio Neves, em 2014. 

 O magistrado atendeu a uma petição feita pelo PT em dezembro, dentro do processo que julga as prestações de contas da campanha de Aécio Neves. 

A intimação do ministro do TSE foi feita depois de Azevedo, que é também um dos delatores na Operação Lava Jato, ter prestado depoimento dentro da ação que julga irregularidades da chapa Dilma-Temer, que é relatada pelo ministro Herman Benjamin. 

 Azevedo deu dois depoimentos perante Benjamin, um em setembro e outro em novembro do ano passado. Na segunda oitiva, o executivo afirmou que as doações eleitorais feitas pela Andrade Gutierrez tanto à chapa Dilma-Temer como à de Aécio Neves não estavam vinculadas a qualquer contrapartida, nem ao pagamento de propina. 

 No entanto, Azevedo retificou o que havia dito anteriormente, afirmando que o valor total das doações da empresa à campanha de Aécio Neves foi de R$ 19 milhões, maior do que os R$ 12,6 milhões que constam no sistema do TSE, o que motivou a petição do PT e a ordem de esclarecimentos feita agora no processo que julga as contas do então candidato tucano. 

 Em seu depoimento no TSE, o executivo afirmou ainda que o valor total de doações ao PSDB em 2014 somou R$ 33,2 milhões. No despacho datado de sexta-feira (24), Napoleão Maia deu prazo de três dias, contados a partir da notificação, para o PSDB explicar as declarações de Azevedo. 

 A investigação de possíveis irregularidades nas contas da campanha de Aécio Neves foi determinada em agosto do ano passado pela ministra Maria Theresa de Assis Moura, então corregedora do TSE, após o PT denunciar aparentes inconsistências nas contas do candidato do PSDB à Presidência da República. 

 Defesa

À época, o PSDB disse que as alegações do PT eram “desprovidas de qualquer verdade” e que as denúncias tinham “nítido propósito político”.

Em nota divulgada hoje, o PSDB negou que haja contradição no depoimento de Azevedo. 

Segundo o partido, a Andrade Gutierrez doou R$ 19 milhões a seu diretório nacional, dos quais R$ 12,7 milhões foram destinados à campanha de Aécio, e o restante direcionado a outros candidatos tucanos. 

 Junto com o texto, o partido anexou cinco recibos de doações da Andrade Gutierrez ao diretório nacional, totalizando R$ 19 milhões. 

Até o momento, no entanto, o partido não se manifestou a respeito dos R$ 33,2 milhões, que seria o valor total doado ao PSDB, segundo o depoimento de Azevedo na Justiça Eleitoral. 

 O PSDB informou ainda que pedirá a condenação do PT por “litigância de má-fé”, por “fazer uso de processo para fins exclusivamente políticos”. 

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